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O Céu da Meia-Noite é um dos filmes mais vistos da Netflix e ultrapassa 72 milhões de contas

Com o final de 2020 e muitas pessoas passando as festas de final de ano em casa, o mês de dezembro trouxe resultados acima da média e fizeram o serviço de streaming alcançar recordes no total de horas de visualização e na média de horas de visualização por assinante. O resultado foi obtido, em parte, pelo sucesso de O Céu da Meia-Noite.

O longa chegou no dia 23 de dezembro na Netflix prometendo ser um dos grandes lançamentos do ano na plataforma, e assim está acontecendo. De acordo como CNET, até o momento, O Céu da Meia-Noite, estrelado e dirigido por George Clooney, já foi visto por 72 milhões de contas.

Com orçamento cinematográfico, especialistas já afirmam que o longa deve concorrer à alguns Oscars em 2021.

Sobre o filme

O Céu da Meia-Noite acompanha Augustine (George Clooney), um solitário cientista no Ártico que tenta impedir que Sully (Felicity Jones) e seus colegas astronautas voltem para casa em meio a uma misteriosa catástrofe mundial.

Se trata de um filme de ficção científica, mas que explora muito mais o emocional de se estar em uma situação distópica do que a situação em si, como a maioria dos filmes deste tipo.

O filme é baseado no romance Good Morning, Midnight de Lily Brooks-Dalton. 

Vale a pena assistir?

O filme está sendo bastante elogiado em suas partes técnicas e atuação de Clooney, porém, alguns acham que o filme se arrastou demais.

O Céu da Meia-Noite recebeu alguns elogios por sua “ambição e tom emocional”.  O Rotten Tomatoes, agregador de críticas, deu uma média de apenas 54% de aprovação em um total de 129 críticas, com uma avaliação média de 5.9/10.

O consenso dos críticos do site afirma:O Céu da Meia-Noite carece de peso dramático para corresponder à sua escala narrativa, mas suas falhas são frequentemente equilibradas por temas atenciosos e uma atuação comovente do astro do diretor George Clooney.”

Leah Greenblatt da Entertainment Weekly deu ao filme uma nota B e o comparou com o ano que vivemos: “um drama distópico cujo o flutuante tom sombrio, com lampejos de esperança, é um sentimento familiar para 2020.”

No final das contas, as opiniões dos críticos podem divergir das dos assinantes, então, assista e tire suas próprias conclusões!

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