O Enfermeiro da Noite (The Good Nurse) é o novo filme arrepiante da Netflix protagonizado por Jessica Chastain e Eddie Redmayne, que acabou de chegar no catálogo e já está fazendo o maior sucesso.
No filme, quando Amy Loughren (Jessica Chastain) chega ao limite físico e emocional pelos difíceis e exigentes turnos da noite na UTI, a ajuda chega de repente na forma de um novo enfermeiro, aparentemente atencioso e simpático chamado Charles Cullen (Eddie Redmayne).
As coisas parecem boas demais para ser verdade, no entanto, depois que os pacientes em sua enfermaria começam misteriosamente a morrer em um ritmo alarmante, a enfermeira começa a desconfiar de Charlie.
Sem saber o que fazer, ela arrisca sua carreira, segurança e vida para descobrir a verdade.
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Para saber mais sobre o filme:
O filme está fazendo bastante sucesso e por se tratar de uma história muito envolvente, muitos ficaram se questionando se O Enfermeiro da Noite foi baseado em fatos reais.
O Enfermeiro da Noite é baseado em fatos reais?
A resposta é: Sim, O Enfermeiro da Noite é é baseado em uma história real, adaptando o livro The Good Nurse: A True Story of Medicine, Madness, and Murder (2013), de Charles Graeber.
The Good Nurse é baseado em um caso da vida real sobre o enfermeiro Charles Cullen, responsável pela morte de centenas de pacientes em Nova Jersey e Pensilvânia ao longo de uma década e meia.
Ele só foi levado à justiça quando uma colega corajosa expressou suas suspeitas à polícia.
Quem era Charles Cullen?
O verdadeiro Charles Cullen era um serial killer prolífico, que operou como um ‘Anjo da Morte’ ao longo de sua carreira de dezesseis anos como enfermeiro no norte de Nova Jersey.
Em vez de colocar os holofotes apenas em Cullen e seus crimes, o filme da Netflix se concentra em Amy Loughren, sua colega de trabalho e confidente na vida real, que trabalhou incansavelmente para levá-lo à justiça.
Segundo o The New York Post, foi Loughren quem primeiro suspeitou que Cullen era responsável pelas misteriosas mortes na UTI onde os dois trabalhavam.
Cullen encomendou uma longa lista de medicamentos na farmácia do hospital, o que criou um cenário peculiar: um medicamento levava o paciente ao fim da vida, enquanto o outro deveria salvá-lo no último momento.
Loughren notou isso, a maneira como ele quase nunca preenchia os prontuários de seus pacientes, e a maneira como ele se viu cuidando de um paciente para o qual ele nem foi designado e usando os servidores para verificar seu estado de saúde atual – algo que as enfermeiras não sabiam fazer.
Tanto no filme quanto na vida real, é Loughren – não a polícia – quem consegue arrancar uma confissão dele. O filme termina antes de seu julgamento, no qual o estado de Nova Jersey sentenciou Cullen 18 sentenças consecutivas de prisão perpétua.
Os dois mantiveram contato, não por preocupação ou empatia de Loughren por Cullen, mas porque ela queria o fechamento da história. Ela estava preocupada que ela, ao ajudar Cullen sem saber durante seus turnos, pudesse ter prejudicado outro paciente.
Embora ela não tenha obtido as respostas que queria, ela foi capaz de ver o quão “carismático” ele era e “como era fácil ser atraído”.
Cullen teve 29 vítimas confirmadas, embora os especialistas estimam que ele possa ser responsável por até 400, ao longo de toda a sua carreira de quase duas décadas.
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