BBB 21: Arcrebiano processará Karol Conká?

Durante a madrugada de ontem após o jogo da discórdia, Arcrebiano conversou com Karol Conká.

Durante o jogo o brother foi chamado de covarde pela sister.

Conká, Projota, Lumena e Arthur criticaram Bil por não ter conversado após a briga que a rapper causou durante a festa do último sábado.

Vale ressaltar que a briga aconteceu porque Karol inventou que Carla Diaz estaria dando em cima de Arcrebiano.

Durante a conversa após escutar bastante e calado, Bil chorou bastante e falou que quer deixar o programa hoje de cabeça erguida. Brother em meio a lágrimas:

“Eu era uma pessoa anônima, ninguém me conhecia, eu era muito feliz e agora estou triste”

O assunto repercutiu no twitter e o perfil oficial de Arcrebiano se manifestou pedindo para que ele seja eliminado no paredão de hoje:

“Diante dessa situação, queremos que o Bil não permaneça no programa, pelo bem dele, e pela saúde mental de toda família. Você vai brilhar aqui fora!”.

Durante a madrugada, a hashtag “Pressão psicológica é crime” entrou nos assuntos mais comentados do Twitter.

A pergunta que surgiu então foi se os fatos sofridos pelo personal poderia ser considerado crime?

A advogada Isabela Guimarães Del Monde explicou que Arcrebiano pode acionar a Justiça após o programa.

Isabela disse que no código penal não existe o crime de abuso psicológico: “Apenas na Lei Maria da Penha, criada para defender mulheres, existe a violência psicológica.”

“A Lei Maria da Penha protege as mulheres, mas isso não significa que não possa haver abuso psicológico de uma mulher contra um homem. Conká é a exceção dessa conduta, a regra é o contrário.(…) O Bil pode, se quiser, processá-la solicitando indenização por danos morais e até por danos materiais. A maneira que ela conduziu o programa pode ter ocasionado a perda da chance do prêmio final para ele”.

A advogada sugere assim uma reparação financeira para Arcrebiano, por Conká ter induzido os votos com a narrativa que criou, assim levando o brother ao paredão que leva a eliminação. A advogada chamou de “lacuna legislativa” que necessita ser mais bem explicitada.

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