Assim como na primeira temporada, a segunda temporada de O Poder e a Lei (The Lincoln Lawyer) também manteve os espectadores intrigados até o final.
A série provou ser uma daquelas produções que mantêm o público ansioso para descobrir o que realmente está acontecendo, pois a verdade nunca é tão aparente quanto parece.
Parte disso se deve ao talento de Michael Connelly, o criador da série, mas também ao fato de que a adaptação para a Netflix pode dar uma abordagem ligeiramente diferente aos fatos, o que foi exatamente o que aconteceu na segunda temporada.
O Poder e a Lei, final explicado da 2ª parte da 2ª temporada
No final da segunda temporada de O Poder e a Lei, a pergunta que ficou pairando desde o início foi se Lisa Trammel realmente matou Mitchell Bondurant.
Durante os primeiros cinco episódios da temporada, ficou claro que Lisa estava sendo acusada de assassinato e que Mickey Haller, o advogado de Lincoln, estava a defendendo.
A evidência contra Lisa era forte, com o sangue de Bondurant encontrado em suas luvas de jardinagem e com ela tendo um motivo para o crime.
Entretanto, Mickey Haller repetidamente enfatiza que não importa no que ele acredite, o que importa é a força de sua linha de defesa.
Assim, ele decide criar uma dúvida razoável de que as evidências foram plantadas contra Lisa. Para isso, Mickey aponta outra pessoa, Alex Grant (também conhecido como Alex Kazarian), como um possível assassino com fortes razões para matar Bondurant.
Essa estratégia é bem-sucedida, levando o júri a considerar Lisa inocente da acusação de assassinato.
No entanto, as respostas para quem realmente matou Mitchell Bondurant e se Lisa é realmente inocente são as pequenas diferenças entre a segunda temporada da série O Poder e a Lei e o livro de Michael Connelly, “The Fifth Witness”, no qual a série é baseada.
Lisa matou Bondurant?
Na série, após o veredito, sugere-se que Walter Kim é o verdadeiro assassino de Bondurant, motivado pelo fato de que o empresário o ameaçou depois de descobrir que ele estava subornando um inspetor. Assim, na série, Lisa não é a assassina.
No entanto, logo após o julgamento, Mickey descobre que Lisa, na verdade, matou seu marido. Essa revelação mostra que a cliente de Mickey não é tão inocente quanto parecia.
Da mesma forma que na primeira temporada, a série traz uma reviravolta com o final da segunda temporada, mostrando que Lisa não era exatamente a boa personagem que foi declarada inocente no julgamento.
Essa pequena diferença entre o final da segunda temporada da série e o livro “The Fifth Witness” pode ser explicada pela decisão dos criadores de evitar repetir uma história muito semelhante à da primeira temporada.
Ao tornar a cliente de Mickey realmente inocente desta vez, a série trouxe uma abordagem diferente e surpreendente para o público.
E com o término da segunda temporada, a série permanece aberta a uma possível terceira temporada, que pode explorar a morte de Glory Days e o novo trabalho de Mickey defendendo o homem acusado de seu assassinato.
Os fãs aguardam ansiosamente por mais ação e reviravoltas na história desse advogado talentoso.
Vale a pena assistir O Poder e a Lei?
Se você gosta de dramas jurídicos com uma abordagem diferente, O Poder e a Lei pode valer a pena ser assistida.
A narrativa é baseada nos livros de Michael Connelly, o que significa que há uma fonte rica de histórias e enredos a serem explorados. Isso pode atrair fãs de adaptações literárias que apreciam uma abordagem fiel à obra original.
LEIA TAMBÉM
- Siga o Tem Alguém Assistindo? no Google News e fique por dentro de dicas e novidades sobre séries e filmes
- O Poder e a Lei, 3ª temporada na Netflix: tudo o que sabemos até agora
Em resumo, se você aprecia dramas jurídicos com uma abordagem única, atuações sólidas e histórias baseadas em livros populares, O Poder e a Lei pode ser uma série que vale a pena ser assistida.
Se você ainda está incerto, pode ser interessante dar uma chance aos primeiros episódios para ver se ela cativa sua atenção.